Como a Félix na Bolsa calcula a rentabilidade de sua carteira?

Conhecer a verdadeira performance da carteira é algo essencial. Construir uma carteira e não conseguir determinar se a mesma está crescendo ou não, é perigoso.
Oliver Imhof

Oliver Imhof

Publicado em: 07/05/2022

Será que os investimentos estão se valorizando ou são os aportes que estão aumetando o valor da carteora? O investidor não pode tal dúvida.

Então, como a Félix na Bolsa calcula a rentabilidade de sua carteira? A Félix Na Bolsa calcula a rentabilidade considerando diversos fatores.

Só assim é possível mostrar ao cliente qual é a verdadeira rentabilidade do dinheiro investido. Com a rentabilidade calculada pela Félix na Bolsa, você não terá mais dúvidas.

Como funciona o cálculo?

Dificilmente um investidor faz um único aporte e deixa o dinheiro investido. Normalmente há diversos aportes e resgates em uma carteira.

Considerando isso, o cálculo da Felix na Bolsa precisa contemplar os aportes e resgates dentro da fórmula para determinar qual é a performance da carteira.

Por exemplo: vamos supor que o investidor fez um aporte de R$ 10.000,00 em uma conta de investimentos e comprou alguns ativos, construindo uma carteira diversificada.

De um mês para o outro, a carteira registrou valorização de R$ 2.000,00. Assim, a rentabilidade é de 20%.

Mas aí, antes de fechar o mês, o investidor resolve aportar mais R$ 20.000,00 a carteira. Acontecendo isso, a performance da carteira permaneceria nos R$ 2.000,00, mas a rentabilidade seria de 6,67%.

Como houve o aporte de R$ 20.000,00, o montante investido passou a ser de R$ 30.000,00 e os R$ 2.000,00 de valorização, já não corresponde aos 20% (se o valor investido continuasse os R$ 10.000,00).

Mas isso está certo? Não. Através do cálculo de rentabilidade da Felix na Bolsa, em uma situação assim, a rentabilidade da carteira do cliente continuaria mantendo os níveis referentes ao patrimônio sem os novos aportes e resgates.

Cálculo feito pela Félix na Bolsa

A Félix na Bolsa pondera os aportes e as retiradas. Por exemplo: vamos supor que o investidor tem R$ 100.000,00 investidos em uma carteira.

Os R$ 100.000,00 foram aportados em julho e em agosto o saldo da aplicação passou a ser de R$ 110.000,00. Assim, a rentabilidade de um mês para outro foi de 10%.

No mês de setembro o investidor resolveu resgatar R$ 5.000,00. A rentabilidade permanece em 10%? Sim.

Mas os ganhos permanecem em R$ 10.000,00? Não. Com o resgate de R$ 5.000,00, a rentabilidade ficará proporcional.

Com o resgate de R$ 5.000,00, o valor do patrimônio cai para R$ 105.000,00. Sendo que os 10% proporcionais seriam de R$ 95.454,51 referente aos valores investidos e R$ 9.545,49 de rentabilidade.

Ao resgatar os R$ 5.000,00, o investidor está resgatando um valor que já possui rentabilidade. Por isso, o correto é calcular, proporcionalmente, o valor da rentabilidade junto ao resgate.

Desse modo, os R$ 5.000,00 resgatados não são só a rentabilidade ou o valor investido, mas um valor proporcional aos dois.

Nesse caso, os R$ 5.000,00 resgatados seriam R$ 4.545,49 referente ao valor investido e os ganhos seriam de R$ 454,51.

Cálculo de rentabilidade similar ao fundo de investimento

Um bom exemplo de como a Félix na Bolsa faz o cálculo de rentabilidade de sua carteira são os fundos de investimento.

Ao investir em um fundo, os valores investidos entram junto a um patrimônio que já existe e já está rendendo.

Ou seja, são vários cotistas investidos valores diferentes e alcançando rendimentos proporcionais a suas participações.

O cálculo da Felix na Bolsa é similar ao que acontece com os fundos. Da mesma forma que são considerados os aportes e resgates dentro de fundos, no cálculo da Félix na Bolsa também é considerado.

Cotizando a carteira

Para explicar melhor como funciona o cálculo de rentabilidade da Felix na Bolsa, vamos utilizar o funcionamento das cotas de um fundo de investimento.

Ao investir em um fundo, o cotista está adquirindo cotas. Portanto, a rentabilidade das cotas é a rentabilidade do cliente. Sendo proporcional a quantidade de cotas que o mesmo detém.

Por exemplo: Vamos supor que o investidor aportou R$ 10.000,00 em sua carteira.
Como estamos tratando do primeiro valor que entrou na carteira, esse montante
será dividido em 10.000,00 e assim, cada R$ 1,00, será equivalente a uma cota
da carteira.

Portanto, nós temos o valor da cota inicial (R$ 1,00) e a quantidade de cotas que o investidor possui (10.000,00).

Ao passar o primeiro mês com os R$ 10.000,00 aplicados, o investidor observa que a carteira possui uma valorização, alcançando o valor de R$ 10.100,00.

Ao dividir os R$ 10.100,00 pela quantidade de cotas, o valor de cada cota passou a ser de R$ 1,01. O 1,01 também é denominado como valor cotizado da carteira. Segue o cálculo para identificar a variação:

Variação = ((1,01 – 1,00) / 1,00) * 100 = 1%

Esse um 1% é a rentabilidade do período.

Agora vamos imaginar que o investidor está aportando mais de R$ 5.000,00 à carteira. A entrada de recursos será baseada no valor da cota atual. Portanto, ao colocar mais R$ 5.000,00, o investidor terá que comprar as cotas a um valor de R$ 1,01. Isso vai gerar a entrada de 4.950,495 cotas.

Depois da entrada dos recursos e da aquisição das novas cotas, o investidor passou a contar com 14.950,495 cotas, enquanto o valor de cada uma é de R$ 1,01.

Isso significa que o valor do investidor dentro do fundo é de R$ 15.100,00. Por mais que haja entrada de recursos, não há rentabilidade maior, ou influência dos recursos sobre a rentabilidade já alcançada no período.

É assim que a Félix na Bolsa calcula a rentabilidade da carteira do cliente. Transformando a carteira em uma espécie de “fundo”, cotizando os valores e considerando os resgates e aportes, sem que haja influência nas movimentações sobre a rentabilidade da carteira.

Por ser mais complexo, o cálculo de rentabilidade da Félix na Bolsa vai ajudar os investidores na tomada de decisão. 


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